Archive for maio, 2011

Polícia investiga chacina de gatos em Ribeirão Preto (SP)

17/05/2011

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JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO

A Delegacia de Proteção dos Animais de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) investiga uma chacina de gatos no Morro São Bento, uma área de reserva florestal dentro da área urbana.

Segundo o Centro de Controle de Zoonoses, 26 gatos foram encontrados na manhã desta segunda-feira, após denúncia ao órgão. A suspeita é que os animais tenham sido envenenados.

De acordo com a chefe do órgão, Eliana Collucci, uma das moradoras que alimenta os gatos do local relatou que ontem à noite, ao levar comida para os animais, já encontrou alguns mortos e outros se debatendo, possivelmente por ação do veneno.

Seis dos animais mortos foram encaminhados para a Polícia Civil para necropsia.

A prefeitura estima que existem cerca de mil gatos nas ruas da cidade. O centro de zoonoses monitora 30 pontos, com cuidadores responsáveis e animais já castrados e vacinados. Mas, segundo a chefe do órgão, um dos principais problemas é o abandono de filhotes nesses locais.

Em março, a cidade já havia registrado outra chacina de gatos. Dez animais foram encontrados mortos no condomínio Areluz –a suspeita é que foram envenenados pelo produto conhecido por “chumbinho”.

Multa para venda de chumbinho chega 19 mil reais

17/05/2011

16 de maio de 2011

A venda do veneno, conhecido como “chumbinho”, em área urbana é proibida no Brasil e prevê multa de até R$ 19 mil para quem descumprir a Lei Federal de Agrotóxicos nº 7.802/89, que regulamenta o registro e utilização de todos os produtos de controle de pragas no País.

Este tipo de veneno é a provável causa do extermínio de animais nesta semana, no Morro de São Bento, em Ribeirão Preto. Ao todo, 41 gatos, uma cadela e seis gambás foram mortos.

Além da multa, a pessoa que for flagrada comercializando esse produto pode responder processos civil e penal e até ser preso. Mesmo assim, representantes de ONGs ligadas à proteção animal, em Ribeirão Preto, afirmam ter conhecimento de lojas agropecuárias que vendem o raticida em forma de bolinhas, sem nenhuma exigência.

Segundo a presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, a comercialização dos chumbinhos existe na cidade e de forma “facilitada”. “Tenho um amigo que procurou pelo material em uma casa de vacina e, para surpresa, foi informado pelo atendente que tinha o raticida à venda”, diz. Ainda, de acordo com Maria Cristina, vários locais que vendem produtos agropecuários também vendem o veneno sem restrição.

A presidente da ONG Cãopaixão, Ana Cláudia Garcia Vicente, confirma que é fácil comprar o chumbinho e, por isso, as entidades de proteção animal de Ribeirão Preto farão um manifesto no domingo (15), no Morro de São Bento, das 10h às 12h, contra essa prática no comércio local, além de protestarem contra as constantes mortes ocorridas.

Falta de fiscalização
De acordo com o coordenador da área de agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Luis Eduardo Rangel, a fiscalização de revendas que comercializam agrotóxicos e do uso desses produtos na agricultura é responsabilidade dos estados. Em São Paulo, a fiscalização seria feita pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). Já o controle do uso do agrotóxico como raticida no ambiente urbano ou industrial é de responsabilidade da Vigilância Sanitária dos estados.

A assessoria de imprensa da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo informou que não faz a fiscalização em estabelecimentos comerciais e que a responsabilidade é dos municípios.

Em contato com a Vigilância Sanitária Municipal, a assessoria de imprensa disse que não tem responsabilidade de fiscalizar a comercialização desse tipo de substância e que, como o “chumbinho” é um defensivo agrícola, a fiscalização deve ser feita pelo Ministério da Agricultura e seus órgãos subordinados.

Procurado novamente, o Ministério da Agricultura reforçou que a responsabilidade do órgão é somente é fiscalizar o uso do agrotóxico aplicado na agricultura e não em área urbana.

Produto
O chumbinho é um derivado dos agrotóxicos Aldicarb ou Carbofuram, utilizados na área agrícola para controle de pragas de solo. Há dez anos, a venda a varejistas foi proibida pelo governo federal, podendo ser comercializado somente a clientes diretos e com controle de estoques.

Fonte: EPRibeirão

Castração gratuita em SP e RJ

17/05/2011

SÃO PAULO:

JANDIRA
CCZ – Centro de Controle de Zoonoses
Tel. (011) 4619 – 9434
Rua João Balhestero s/nº – Parque J.M.C.
Técnica: mini-invasiva
Anestesia: intravenosa
Serviço terceirizado – Veterinário responsável: Dr. Ricardo Almeida de Souza
Campanha permanente – fazer inscrição no começo do mês – realizam apenas 100 castrações por mês agendadas para a população local e carente

SANTO ANDRÉ
CCZ – Centro de Controle de Zoonoses
Tel: 4990.5256
Rua Igarapava, 239
Vila Val Paraíso
Técnica – varia conforme a clínica credenciada
Anestesia – intravenosa

GRANDE SÃO PAULO
Centro de Controle de Zoonoses – Prefeitura Municipal
5 clínicas veterinárias realizam cirurgias de esterilização.Para tanto, os munícipes deverão comparecer ao CCZ munidos de:
RG/ CPF
comprovante de endereço em seu próprio nome
carteira de vacinação antirrábica dos animais
Não levar o animal na inscrição
receberá uma guia de encaminhamento para cada animal a ser esterilizado e deverá entrar em contato com a Clínica Veterinária credenciada mais próxima de sua residência para agendar as cirurgias.
Entrar em contato com PMSP (CCZ – fone: 2221-0449) para fazer inscrição.
O animal deverá ter RGA e ser vacinado contra raiva. Não pode estar no cio e nem gestante. Após a inscrição o CCZ fornece uma ficha de inscrição, com a ficha em mãos ligar para a clínica para agendamento da castração.
CCZ-SP
(11) 2221-7645 – PLANTÃO 24h – todos os dias
(11) 2221-7645 – PLANTÃO 24h – todos os dias
Rua Santa Eulália, 86 – Santana/SPTelefone 11 2224-5546 / Fax: 11 2251-2249
E-mail: zoonoses@prefeitura.sp.gov.br
De Segunda à sexta-feira – das 8h às 17h:11 2221-0286 -

=> Informação:(011) 2251-2521 -
Núcleo de Esterilização Cirúrgica e Vacinação de Cães e Gatos
Rua Mauro Bonafé Pauletti, 199, Jardim Três Marias – Zona Norte
Tel: (011)2013.1139
Comparecer ao local de 9 as 17hrs, munido de RG, CPF, comprovante de endereço, comprovante de vacinas, RGA se tiver.
Anestesia intravenosa

TABOÃO DA SERRA
Centro de Controle de Zoonoses
Rua Victor Campisi, nº 250 – Pq. Industrial das Oliveiras
Tel: 4701-8147/4786-3287

RIO DE JANEIRO

Mini-centros de castração gratuita para cães e gatos no município do RJ que pertencem a Prefeitura, (SEPDA) Secretaria de Defesa e Proteção aos Animais:
OBS: A marcação da Esterilização é feita só às sextas-feiras a partir das 8:00h.
Nessa oportunidade será agendada (com data e hora) a esterilização para a semana seguinte. São dadas apenas duas (2) senhas por pessoa.
NÃO É NECESSÁRIO LEVAR O ANIMAL PARA A MARCAÇÃO, mas é necessário levar:
. Documento de Identidade/. CPF
. Comprovante de residência
Seguem, abaixo, os nomes dos agentes e respectivos telefones de cada centro de esterilização:
- Largo do Machado – Ao lado da Cabine da PM – Kelly – 9496-9451
- Jacarepaguá – Praça Seca – Em frente ao banco HSBC – Aila – 9496-9454
- Realengo – Praça Padre Miguel – Ao lado da Igreja N. S. da Conceição – Marcos /Tel – 9496-9455

- Bonsucesso – Av Brasil ao lado do Bob’s sentido Centro, na altura da passarela 9 – Danielle Tel – 9366-3336
- Coelho Neto – Caroline – Tel – 9496-9452
- Méier – Jardim do Méier – ao lado do Hospital Salgado Filho
- Recreio – Rua Guiomar de Novaes s/nº – Praia da Macumba, Posto de Saúde
- Vista Alegre – Pç. Vista Alegre, próximo à Lona Cultural

- Vicente de Carvalho – Largo Vicente de Carvalho, confluência da avenida Pastor Martin Luther King com a avenida Vicente de Carvalho, próximo à saída do metrô Estação Vicente de Carvalho

- Campo de Santana – Centro – agendamento em todos os dias da semana, a partir das 9h, pelo telefone 2293-6518, diretamente com a Dra. Luciana.
Qualquer dúvida, favor telefonar para: 2292-6516 e 2273-2816.
No momento da marcação você receberá as informações de como proceder no dia da cirurgia.
Quaisquer maiores esclarecimentos, entre em contato através dos telefones: (21) 2503 4654, (21) 2503 4654 e 2503 4577

Mais Informações:
Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais – SEPDA

http://www.rio.rj.gov.br/defesa_animais/prog_bicho_rio.html

Rua São Clemente, nº 360 – Botafogo
Telefones (21) 2503-4654, (21) 2503-4654/2503-4577

Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Sala 348 – Rio de Janeiro
Tel.: 2292-6516 / 2273-2816

Estudo conclui que agressividade do cão é culpa do dono

17/05/2011

Agência Notisa -Publicado em 09/05/2011

O modo como se dá a relação com o ser humano é um importante fator para situações de frustração, medo, agressão e ansiedade em cães.

No estudo, “Relação homem-animal e bem-estar do cão domiciliado”, Sheila Ferreira e Ivan Sampaio, pesquisadores da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais, alertam que estas emoções podem comprometer o bem-estar do animal, o que acaba colocando em risco o bem-estar da família que o acolhe também.

Segundo o estudo, publicado no vol. 15 da revista Archives of Veterinary Science, o bem-estar do animal depende, entre muitos fatores, de uma relação homem-animal satisfatória. “Um animal que experimenta bem-estar provavelmente vive em um ambiente onde as pessoas lhe proporcionam saúde física e mental”, resumem.

A determinação de um comportamento agressivo, por exemplo, não depende, segundo a pesquisa, exclusivamente da raça, se ela é agressiva ou mansa, mas principalmente, do modo como o cão é criado e treinado. “Independente da causa que levou o cão a apresentar uma agressividade despropositada, os proprietários serão sempre os responsáveis pelos atos de seus animais e não o contrário”, argumentam.

De um modo geral, os autores dizem que o cão possuidor de bem-estar adequado seria um animal com ‘condição corporal ideal’, ‘manso’ e ‘tranquilo’.

No estudo, realizado em 60 residências, com um cão em cada uma, os pesquisadores verificaram que 83,3% dos cães eram ‘mansos’, 90% eram ‘tranquilos’ e 56,6% apresentavam uma boa ‘condição corporal’.

Porém, apenas 43,3% (menos da metade) apresentavam simultaneamente as três características, ou seja, experimentavam bem-estar adequado.

Segundo eles, o estado de intranquilidade, caracterizado por ansiedade, excitabilidade e constante atividade é considerado um comportamento anormal, um sinal de alarme, que revela um desequilíbrio entre o animal e seu ambiente. “Geralmente, este estado está associado ao não atendimento de alguma necessidade do animal, seja ela de interação, atividade física ou exploração de ambientes”, alertam.

Animal tratado como animal

16/05/2011

Por Giovana Damaceno

Pagava o pacote de ração da minha gata no balcão da loja, quando a balconista pediu a outro funcionário que retornasse com o cão, que acabara de tomar banho, pois a guardiã dele chegaria atrasada. “Tranca lá dentro; ele é muito bagunceiro”.
E nós, quando vimos o animal, claro, ficamos encantados com a beleza dele. Branquinho, peludo, orelhas grandes, todo escovado e com cara de sapeca. “Trancar? Tadinho!” E a vendedora me contou que o cãozinho com cara de Totó era, na verdade, um furacão. “Mas, como assim, um furacão?”, quisemos entender. E ela nos explicou que o Bud – esse é o nome do cão – passara uma temporada na casa dela durante uma viagem da dona e destruíra até o sofá.
“O pobrezinho mora em apartamento e passa o dia inteiro trancado em um banheiro. Diz a guardiã dele que o leva a passear todos os dias, mas mesmo assim, acaba sendo pouco. Vai à rua, volta para o banheiro. Não vê nada, nem ninguém, nem pode brincar”, contou a balconista para a pequena plateia chocada em torno dela.

Minha pergunta é: por que quis ter um cachorro?

A resposta pode vir de diversas formas. A guardiã pode ter recebido o animal de presente, sem ter pedido ou se programado para isso; pode ter ficado com ele temporariamente, para colaborar com algum impedimento dentro da família e o bicho acabou ficando; morava numa casa e teve de se mudar para apartamento; ou comprou aquele filhotinho lindo, sem se dar conta de que filhote cresce, faz xixi, cocô, come sapatos, meias e, dependendo da raça e do tamanho, devora muita outras coisas dentro de casa. Quem tem a mínima noção destes detalhes se organiza para ter um animal. Chamamos a isso de posse responsável. E muita gente, mas muita mesmo, sequer tem noção do que é necessário saber para ter um animal em casa e praticar a posse responsável. E isso tem um motivo básico: a maioria das pessoas ainda pensa que animal é objeto, brinquedo. E dá no que dá. Compram-se bichos, presenteia-se com bichos, leva-se bichos pra casa como se fossem um pacote de biscoito. De repente, descobre-se que não era bem aquilo e a solução encontrada é descartá-lo, dando pra alguém, ou jogando fora mesmo. Uma cultura antiga, primitiva, ignorante, de que animais em casa são peças decorativas e pronto. Ao lado da minha casa há um cão neurótico, quase como o Bud. Ele vive numa exígua varanda, no segundo piso de uma residência de dois andares. A guardiã o leva a passear, segundo meu filho, que já viu a cena algumas vezes. Mas na maior parte do tempo ele está trancafiado naquela varanda, sem ver ninguém além das pessoas da casa. E quem sofre mais com isso além dele mesmo? Eu, claro. Quando ele consegue enfiar a cabeça pela grade a única coisa que vê é meu quintal e as janelas do meu quarto e da minha cozinha. E basta ouvir vozes que late, late muito, sem parar, praticamente nem respira. E o latido dele é fino, agudo, intermitente, irritante.
Um latido tão solitário e neurótico que até meus cães parecem ficar com pena. Enquanto ele late desesperadamente com a cabeça na grade, os meus bichos ficam olhando, sentados, calados. Animais precisam de espaço, contato com pessoas – tanto as da casa, quanto de fora –, espaço suficiente para ter comida e água longe do local onde fazem xixi e cocô. E, de preferência, soltos. Tenho dois cachorros que vivem em um quintal com tamanho de sobra para que corram à vontade. Alimentação de um lado, excreções de outro. Possuem uma área protegida como também podem tomar sol quando querem. E não têm sequer coleira; vivem soltos, sempre. A coisa mais rara é ouvi-los latir. Animais de estimação não devem ser tratados como gente mas, sim, como animais!
Nisso já está embutido todo o respeito com que deveriam ser tratados todos os seres vivos.
Simples.

Caça ilegal de onças no Pantanal

14/05/2011

Em treinamento da ANAC , canditadas a aeromoças devem matar galinhas.

11/05/2011

Modelo na Itália até  meses atrás, Pâmela Carvalho, 24, se vê diante de uma galinha, presa pelo pé, de ponta-cabeça, no tronco de uma árvore.

Sua missão é cortar o pescoço da ave.

O ritual macabro que candidatas a aeromoças da ANAC são submetidas e aceitam participar , além de cruel e vergonhoso é CRIME!

As fotos mostram um bando de ignorantes, covardes, que com o pretesto de verificar a reação das canditadas às vagas de aeromoças , aplicam um “trote” , como em um reality show, onde as moças devem matar galinhas , simulando uma situação emocional, extrema.
Com certeza, em 1972, quando os 16 sobreviventes da queda de um avião, nos Andes , conseguiram manter – se vivos, comendo carne humana; não fizeram nenhum tipo de ” workshop” sobre essa possibilidade.
O que vimos é o mórbido prazer com que os participantes subjulgam o ser vivo, indefeso, cuja a vida é usada e descartada, como instrumento de perversidade humana. Com este ato contrariam qualquer noção de ética , além de leis de proteção animal e a constituição brasileira. O ato que era para demonstrar bravura e auto controle, não passa de uma demostração gratuita de brutalidade .
Neste treinamento, equivocado e primitivo, ensinam e estimulam o desrespeito, a destruição e a covardia. Pregam a frieza e a violência como métodos de sobrevivência.


Manifeste- se contra: http://www2.anac.gov.br/arus/focus/faleconosco/validarUsuario.asp?FC=E

Decreto Lei 24.645:

Art. 2. – Aquele que, em lugar público ou privado, aplicar ou fizer aplicar maus tratos aos animais, incorrerá em multa e pena de prisão celular de 2 a 15 dias, quer o delinqüente seja ou não o respectivo proprietário, sem prejuízo da ação civil que possa caber

VI – Não dar morte rápida, livre de sofrimento prolongado, a todo animal cujo extermínio seja necessário para consumo ou não;

XVIII – Conduzir animais por qualquer meio de locomoção, colocados de cabeça para baixo, de mãos ou pés atados, ou de qualquer outro modo que lhes produza sofrimento;

XXVI – Despelar ou depenar animais vivos ou entregá-los vivos à alimentação de outros;

Em decisão histórica, Justiça de SP proíbe Le Cirque de usar animais

11/05/2011

 Pela primeira vez na história do direito brasileiro chega-se a uma decisão judicial de mérito reconhecendo que a atividade circense exploradora de animais caracteriza abuso, prática que viola o dispositivo constitucional proclamado no artigo 225 par. 1º, inciso VII, que veda a crueldade. A ação civil pública ajuizada pela Promotoria do Meio Ambiente de São José dos Campos contra a empresa circense conhecida como LE CIRQUE, que utilizava animais em seus espetáculos, foi julgada procedente pela 6ª Vara Cível daquela comarca (processo original n. 1071/06), sendo tal decisão finalmente confirmada pelos Tribunais Superiores. Sob o argumento de que ocorre abuso na utilização ou exibição de animais cativos em espetáculos públicos, além de violação ao dispositivo constitucional que veda a submissão de animais à crueldade, os promotores Laerte Fernando Levai e Larissa Crescini Albernaz, ingressaram com referida ação aos 13 de julho de 2006, solicitando ao Poder Judiciário a antecipação da tutela para que a empresa LE CIRQUE fosse proibida de utilizar ou exibir quaisquer animais em sua temporada naquele ano e também em datas futuras, vedando-se também a exibição de animais enjaulados ou acorrentados, como propaganda, dentro ou fora do local em que estiver instalado o circo. Depois de quase cinco anos de tramitação, grande parte desse tempo nos Tribunais Superiores, o processo chegou ao fim. Vale a pena conhecer todas as etapas desse caso que se torna histórico no Brasil. Tudo começou quando o LE CIRQUE se instalou em São José dos Campos fazendo propaganda maciça mediante a utilização de carros de som pelas ruas e até mesmo com um pequeno avião que sobrevoava a cidade para anunciar, a toque de corneta, o espetáculo público que se utilizava de animais. Tão logo tomou conhecimento do ocorrido, a Promotoria de Justiça – que já vinha acionando judicialmente todas as companhias circenses que chegavam na comarca – não hesitou em processar também o LE CIRQUE, na tentativa de impedir a utilização de animais em seu empreendimento artístico. Daí a razão da imediata propositura, pelos promotores acima referidos, de uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA.

Saiba mais

O melhor presente para uma mãe é ver os filhos crescerem bem

06/05/2011

Campanha Adote um Bichinho e Salve uma Vida- Copacabana

06/05/2011

Sábado (07/05/2011) das 9 as 16 horas
Rua Almirante Gonçalves.loja 4, perto do Posto 5
Copacababa
Horário : 9 as 16 h
Os animais serão levados por grupos de proteção animal em parceria com a Associação Nacional de Implementação dos Animais (ANIDA) e Pet Shop Dr. Pet

Neste dia estarão para adoção animais resgatados das enchentes da região serrana, de Teresópolis e São José do Vale do Rio Preto e cães e gatos abandonados na cidade do Rio de Janeiro, de locais como Campo de Santana, Hospital Municipal Souza Aguiar e Estadio Maracanã.

Para ajudar ou participar entrar em contato com Andréa Lambert andrealambertvet@gmail.com / (21) 96328115