Archive for janeiro, 2012

Sucesso absoluto na manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS.

23/01/2012

É com grande alegria que divulgamos um pouco do sucesso que foi a manifestação contra a Crueldade aos animais.

A manifestação é o início de um movimento para arrecadar 1 milhão  e meio de

 assinaturas para que a pena para crueldade aos animais seja aumentada. 

A pena hoje é de 3 meses a um ano de prisão para quem cometer ato de abuso e maustratos aos animais.

 

Fonte: O Grito do Bicho

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste domingo, 22/01: CRUELDADE NUNCA MAIS!

21/01/2012

No dia 22 de Janeiro, neste domingo, várias cidades do país participarão simultaneamente da manifestação “Crueldade Nunca Mais”.

Uma manifestação contra as crueldades aos animais. Veja aqui as cidades que se inscreveram no evento, e verifique o local e horário do início da manifestação. A reivindicação do evento é a penalidade correta e efetiva para quem comete crueldade e maus tratos aos animais.

 A lei atual é branda e não pune devidamente quem comete crimes contra animais. Esta manifestação é o início de uma série de ações para uma penalização correta contra a crueldade.

Em breve a petição oficial do movimento será disponibilizada. Esta petição tem o objetivo de arrecadar 1 milhão e meio de assinaturas.

Para assiná-la, cadastre seu e-mail no site www.crueldadenuncamais.com.br e aguarde contato.

 

SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL!

JUNTE-SE A ESTE MOVIMENTO E LUTE POR ELES!

 

Divulgado resultado da necropsia feita nos cães e gatos mortos por mulher em SP

19/01/2012
 

 

Fonte:   www.animasos.com.br

Hemotórax, este é o resultado das primeiras necropsias feitas nos cães e gatos que teriam sido mortos por Dalva Lima da Silva, no caso da Vila Mariana, deflagrado na última sexta-feira, dia 13 de janeir 

APOIO ÀS INVESTIGAÇÕES

Na sexta feira, acionado por associações e protetores independentes do Movimento de Defesa Animal, o Deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) contatou o prof. Dr. Paulo Maiorka, do Departamento de Patologia Animal da Universidade de São Paulo, solicitando o apoio da Instituição na viabilização das necropsias, que deveriam ser custeadas pelas ONGs denunciantes, entre elas, a Adote um Gatinho, em laboratório particular.

O pedido foi prontamente atendido. Metade de todas as necropsias e todos os exames toxicológicos estão sendo realizados na USP, sem custo para as entidades de defesa animal.

CRUELDADE E FRIEZA

Xilazin, dopalen e cloreto de potássio, substâncias apreendidas na residência eram utilizadas para matar os animais. Injetadas no coração, provocaram seu rompimento, seguido de hemorragia (hemotórax) o que explica a palidez dos 33 cães e gatos encontrados mortos, envoltos em jornal e dentro de sacos de lixo, nas calçadas da rua da suspeita, que não negou eutanasiar os que sucumbiam a tratamento, que alegava dar a animais de rua que lhe eram entregues. Não havia conteúdo estomacal, o que indica a falta de ingestão alimentar por período prolongado.

Ao que tudo indica, não se trata de ritual religioso ou de prática apta a abastecer banco de sangue clandestino, mas sim ato compulsivo de matar. Na residência havia muitas caixas de transporte, o que indica o grande volume de animais que passavam por lá.

O detetive particular contratado, e ouvido pela polícia, confirmou número excessivo de animais que chegavam à residência e não saíam vivos, mas sim em sacos de lixo, mortos.

O inquérito policial está a cargo da Divisão de Investigação sobre Infrações contra o Meio Ambiente, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPC, que tem recebido inúmeros protetores que teriam entregue animais a Dalva, acreditando que ela os encaminharia a abrigos. Muitos, inclusive, pagavam pelo serviço.

Este fato reforça a necessidade de acolhimento de duas grandes ações empreendidas pelo Deputado Tripoli: a aprovação do PL 2833/2011, que prevê penas severas para crimes contra animais e a solicitação de criação de um serviço de perícia para crimes contra animais, através do Instituto de Criminalística, em tratativa junto à Secretaria Estadual de Segurança Pública.

 

A POLÍCIA CONCLUI INQUÉRITO DO CASO DA YORKSHIRE LANA

19/01/2012

 
Fonte: G1 DF/ O Grito do Bicho
 

Agressora vai ser indiciada por maus-tratos e constrangimento de criança.

‘Na prática, vai ser difícil que ela seja presa’, acredita delegada.
 
A enfermeira que espancou e matou um cachorro yorkshire em Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, vai ser indiciada por maus-tratos ao animal e pelo constrangimento da filha dela, que assistiu às cenas de violência, informa a delegada Renata Brandimarte, da 2ª DP de Formosa.
O inquérito deve ser encaminhado ao Ministério Público de Goiás na próxima semana, que vai decidir se acata ou não a denúncia. Depois disso, o caso segue para o Judiciário.
A delegada explicou que se a agressora for condenada, poderá pegar pena de detenção, que costuma ter regime de cumprimento aberto ou semiaberto. “Na prática, se ela for condenada, vai se difícil que ela seja presa. Talvez cumpra em regime semiaberto, mas isso vai depender do Ministério Público e da Justiça.”
Em dezembro, o advogado da enfermeira, Gilson Saad, disse que agresão ocorreu porque o animal havia bagunçado a casa enquanto a família estava em um restaurante. “Ela disse que perdeu a cabeça.”
“Em relação àquilo que acabou ocasionando com o cachorro, ela disse que tem profundo arrependimento. Na infância, ela sempre foi rodeada por animais, tinha contato com animais de estimação. Não há nenhum histórico pretérito que mostre esse tipo de comportamento”, afirmou o advogado na mesma época.
As imagens da agressão foram divulgadas na internet na primeira quinzena de dezembro de 2011 e mostram a enfermeira de 22 anos agredindo o yorkshire na frente da filha, uma menina de pouco mais de um ano de idade. As agressões aconteceram em novembro e o inquérito foi aberto no dia 21 do mesmo mês. As cenas geraram revolta nas redes sociais.
Segunda Renata Brandimarte, o laudo psicológico a respeito do impacto das cenas de agressão sobre a filha da enfermeira não foi conclusivo. “A informação é que é difícil analisar uma criança tão pequena, de 1 ano e 6 meses. A avaliação é mais precisa a partir dos 3 anos. Por isso, o laudo não pode informar se a criança vai ter problema por ter presenciado as cenas”, afirmou.
A pena para maus-tratos de animais varia de três meses a um ano de detenção. Quando a agressão ocasiona a morte do animal, pode ser aumentada de um sexto a um terço. Pelo que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), submeter criança ou adolescente a constrangimento é crime passível de punição de seis meses a dois anos de detenção.
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Engasgado com lagartixa
A sentença pode ser agravada pelo fato de a agressão ter ocorrido de forma contínua. “Coloquei no inquérito que houve continuidade delitiva. Isso significa que as agressões não ocorreram só em um dia. As filmagens já mostram dois dias diferentes, mas testemunhas ouvidas contaram que aconteceu várias vezes. 
Essa caracterização pode aumentar a pena de um sexto a dois terço do tempo”, explicou a delegada.
À Polícia Civil, a enfermeira contou as circunstâncias em que as agressões filmadas ocorreram. “Ela disse que tinha saído para almoçar, que até então estava tranquila e que se irritou porque o cachorro fez necessidade na casa toda. Fez tudo aquilo por uma questão corretiva”, disse a responsável pela investigação.
Segundo o que foi apurado pela polícia, o cachorro morreu ao ser arremessado no chão, na área externa do prédio onde a enfermeira morava. 
A um policial que passou no local no momento, a agressora disse que o cachorro estava engasgado com uma lagartixa e que ela estava tentando ajudá-lo a desengasgar. “Nesse momento também a criança estava assistindo a tudo”, detastacou Renata Brandimarte. Conforme a investigação, o cachorro foi enterrado pelo marido da enfermeira.

Itália proibe fogos para evitar ferimento em animais e crianças

11/01/2012

Fonte: INR, Olhar Animal e Folha.com
Governo da Itália proíbe fogos e pede cuidado com prosecco

Os italianos se preparam para o Ano-Novo com proibições de lançar fogos de artifício em várias cidades para evitar ferimentos em animais e crianças e com sérias recomendações de oftalmologistas no momento de abrir as garrafas de prosecco sem que a rolha tenha como alvo os olhos de quem estiver no entorno.

A polêmica dos explosivos partiu neste ano da Aidaa (Associação Italiana de Defesa dos Animais e Ambiente). Em várias cidades, a entidade pediu aos prefeitos a proibição do uso de fogos dos quais os italianos são tão fãs para festejar a entrada do novo ano e que “aterrorizam os animais, que passam a noite escondidos”.

Aderiram a essa iniciativa as cidades de Turim, Milão, Veneza e Modena, no norte do país, e Bari, no sul.

Por sua vez, o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, não proibiu as comemorações pirotécnicas, já que para parte dos italianos é mágico destruir o tempo passado através da purificação do fogo, mas com moderação.

Os veterinários, entretanto, advertem que tanto os animais domésticos quanto os selvagens sentem terror diante de explosões porque não sabem de onde provêm e podem fugir apavorados invadindo estradas ou abandonar em revoada seus ninhos.

Uma proibição impossível de impor em Nápoles, onde a população adora os fogos e neste ano está sendo preparado um grande show pirotécnico com o nome de “prêmio de risco”. A esperança deles é conjurar com a explosão a crise econômica tão ligada ao que os italianos chamam de “spread”, que até agora nem sequer o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, conseguiu exorcizar.

O uso impróprio de explosivos causa a cada ano milhares de ferimentos em adultos e crianças, com danos mais graves nas mãos e no rosto (7%), enquanto 5% acabaram com amputações de membros e perda de visão, informa neste sábado o jornal “Il Messagero”. Só em Nápoles, a pirotecnia fez nos últimos cinco anos 344 feridos.

SP: Postos Veterinários de Proteção aos Animais mobilizam cidadãos em Tatuí

11/01/2012

Fonte: Olhar Animal

No último dia 07/01 ocorreu em Tatuí/SP a manifestação pela implantação do projeto Postos Veterinários de Proteção Animal, uma idéia inovadora de enfrentamento da questão dos cães e gatos abandonados nas cidades.

Cerca de 60 manifestantes estiveram presentes na Praça da Matriz e percorreram as ruas do entorno com faixas e cartazes. Cidadãos que passaram pelo local apoiaram a mobilização, promovendo “buzinaços” ao se depararem com a manifestação.

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O projeto tem como destaques a descentralização do atendimento veterinário, o baixo custo e o foco na proteção aos animais. Foi idealizado por José Franson, morador em Tatuí e ativista dos direitos animais, e disponibilizado há cerca de um ano na internet e, desde então, tem recebido colaborações e aperfeiçoamentos de internautas de vários pontos do país. A íntegra está disponível em http://bit.ly/hEHxaa.

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Um participante ilustre se juntou aos manifestantes por alguns

RIO 04/01: Manifestação por Justiça para os animais

02/01/2012