‘Noticias’

PF apreende animais silvestres em sítio na Região Serrana do Rio

02/03/2012

A Polícia Federal (PF) apreendeu, nesta quinta-feira (1º), dezenas de animais silvestres num sítio em Araras, na Região Serrana do Rio. Segundo os investigadores, a propriedade é de Rogério Andrade, acusado de chefiar uma quadrilha que explora máquinas caça- níqueis. Segundo o Tribunal de Justiça, Rogério Andrade ainda é considerado foragido. Ele responde pelo assassinato do primo dele, Paulinho Andrade, morto em 1998.

Não foi o conforto da propriedade que chamou a atenção, mas sim um minizoológico, com mais de 30 aves e mamíferos exóticos, como lhamas e alpacas dos Andes, e um emú, da Austrália.

Um veterinário e dois tratadores de animais do zoológico do Rio também participaram da operação. Eles ajudaram a identificar e a analisar as condições dos bichos e não gostaram do que viram.

Os avestruzes vivem num espaço pequeno, onde se machucam com facilidade. Num campo de futebol, sem qualquer proteção contra o sol, há famílias de cervos com filhotes. São de duas espécies africanas, sequer encontradas no zoológico do Rio.

“O bebedouro é um grande problema para um tipo de cervo até pela galhada que ele tem. Muitas vezes ele não consegue abaixar até o bebedouro por causa do galho”, observou o veterinário Alex Spadetti.

Nesta quinta-feira, apenas cinco animais foram levados para o zoológico. A captura exigiu preparo físico. Na tentativa de fuga, uma das lhamas chegou a se jogar no riacho. Com a avestruz ferida o trabalho foi ainda maior. Somente com uma dose de tranquilizante, ela foi imobilizada.

O dono do sítio, Rogério Andrade, vai responder por cinco crimes, como maus tratos, e por manter animais em cativeiro sem autorização.

“É possivel que ele responda por cada um desses ilícitos mais de uma vez. Vai depender do número de animais e da forma como eles foram adquiridos”, explicou o delegado Fábio Scliar.

 

Conheça D. Antônia> Comunicado Vira-Lata

14/02/2012

 

 

Volta Redonda/ RJ 13 de fevereiro de 2012.

 

 

 

 

 

 

Amigo,

A foto acima é de Antônia Rochadel, mais conhecida como Dona Antônia ou simplesmente Tônica, por seus vizinhos e amigos, no Distrito de Lídice, município de Rio Claro, interior do Estado do Rio de Janeiro. A Dona Antônia há cerca de 15 anos recolhe e cuida, por conta própria, dos animais de rua daquela localidade; como esperado a história se repete: alguns moradores e vizinhos ajudam, às vezes doando um saco de ração por mês mas, por outro lado, entendem-se no direito de deixar aos cuidados dela todos os animais que os incomodam. Às vésperas do ano novo, fomos procurados por defensores independentes de Rio Claro que, desorientados, buscavam ajuda, pois d. Antônia está doente há algum tempo e a situação com os animais ficou caótica.

D. Antônia sobrevive com uma modesta pensão de 622 reais, quantia com a qual, acolhe e alimenta atualmente 109 animais. Esses animais não são vacinados e nem castrados, dividem o mesmo espaço e disputam um pouco de ração com angu, nos dias em que há ração. Lembramos que D. Antônia, assim como muitas pessoas com boas intenções, acumulam animais durante a vida e, no desempenho dessa árdua missão, perdem seus recursos financeiros, ficam doentes ou morrem e os deixam como herança de ninguém. Tais pessoas fazem o trabalho do Poder Público, prefeituras que em sua maioria são omissas não desempenhando qualquer política de bem estar para animais errantes.

Oportunamente, lembramos que: “Todos os animais existentes no país são tutelados pelo Estado”, consoante o artigo 1° do Decreto Lei 24.645.

Neste mês o Vira-Lata anuncia a campanha SOS D. Antônia para auxiliar os defensores de Rio Claro a organizar e melhorar a situação desses animais.

Com a ajuda de nossos amigos e parceiros, algumas das etapas dessa campanha já foram executadas:

1- Acompanhamento médico e psicológico de D. Antônia;

2- Contato com prefeitura de Rio Claro;

3- Ajuizamento, pela ONG Pró-Cidadão, de ação contra prefeitura buscando responsabilizá-la pelo tratamento e alimentação dos animais;

4- Cadastramento dos animais;

5– Vermifugação;

6 – Prevenção de pulgas e carrapatos;

 As próximas etapas da campanha SOS D. Antônia são:

1- Arrecadação de doações (ração, vermífugos, shampoos, sprays, medicamentos, material de construção, etc…

2- Venda de campanha publicitária > Renda revertida para “SOS D. Antônia”

3- Castração de todos os machos ( 19 machos);

4- Recrutamento de voluntários;

5- Doação de filhotes;

6- Doação dos animais adultos;

7- Construção dos canis;

8- Castração de fêmeas;

Lembramos que não temos abrigo e não apoiamos esta ideia, pois iniciativas assim acabam virando depósitos de animais e contribuindo, inclusive, para os maus tratos.

Não é possível retirar todos das ruas. Os abrigos nunca serão suficientes para o número de animais abandonados que vagam pelas cidades.

Canis públicos ou particulares, empresas “milagrosas” conveniadas com prefeituras para o recolhimento e depósito desses animais, nada disso é solução para o controle populacional de animais errantes.

Para avançarmos no assunto faz-se necessário uma grande transformação em nossa sociedade, no que diz respeito ao trato com os animais. Infelizmente esses ainda são vistos de forma dissociada dos humanos e cabe a nós, pessoas responsáveis e sensíveis à causa, trabalhar para essa mudança de paradigma.

Acreditamos na força transformadora da informação e em ações contínuas como a castração em massa, a educação pela guarda responsável e campanhas de adoção. Além disso, buscamos um essencial avanço em nossa legislação, regulamentando e restringindo o comércio de animais, e punindo efetivamente os criminosos que abandonam e abusam dos animais. Enfim, uma legislação que garanta aos animais o respeito e valor que merecem.

Desde já agradecemos o apoio de sempre e em breve daremos mais notícias sobre a campanha SOS D. Antônia.

Veja aqui cenas da casa de D. Antônia com seus animais. Aconselhamos as pessoas mais sensíveis que não assistam ao vídeos.

Esses são os amigos do Vira-Lata e da D. Antônia.

AGRO SÃO JORGE

CLÍNICA SEMEVET

CLÍNICA VETERINÁRIA VOLTA REDONDA

INFRABIT

ONG PRÓ CIDADÃO

VITAVET

Caso tenha interesse em se juntar a nós na campanha SOS D. Antônia, faça contato pelo e-mail contato@vira-lata.net

Grande abraço,

Vira-Lata 

CASO DA YORKSHIRE LANA: PROMOTOR DENUNCIA A ENFERMEIRA CAMILA

10/02/2012

 

Fonte: O Grito do Bicho / MP de Goiânia

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O promotor considerou todo material policial encaminhado ao MP e denunciou a infeliz. Agora, haverá um prazo para a defesa apresentar suas razões. Depois, o juiz dará a sentença. Até lá, nada a fazer. Só acompanhar. Estou tentando falar com o promotor para ele fazer a tal ação por danos morais coletivos. É meio complicado, mas, vamos tentando. Leiam o publicado:
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07/02/2012 – 10h35
MP denuncia enfermeira por agressão e morte de yorkshire em Formosa
O Ministério Público ofereceu ontem (6/2) denúncia criminal contra a enfermeira Camila Correa Alves de Moura Araújo dos Santos, acusando-a de crime ambiental e delito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em razão da agressão e morte de um yorkshire, ocorrida em Formosa, em novembro do ano passado.
Na peça acusatória, o promotor Lucas Danilo Vaz Costa relata que, nos dias 12 e 13 de novembro de 2011, a denunciada feriu o cachorro em sua residência, na presença da filha J. de 1 ano e 6 meses. Na avaliação do MP, a menina foi submetida a constrangimento ao testemunhar a agressão. De acordo com o promotor, Camila maltratou, deu vários chutes, golpes de balde na cabeça, puxões e tamponamentos de balde no animal, o que levou à morte o pequeno cachorro com poucos meses de vida.
Ao agir desta forma, sustenta a acusação, a enfermeira cometeu os crimes descritos no artigo 32, parágrafo 2º, da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), quando se pratica maus–tratos, ato de abuso, a animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos, bem como no artigo 232, da Lei 8.069/90 (ECA), quando o acusado submete criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento.
A pena prevista para crime ambiental varia de 3 meses a 1 ano de reclusão e multa; já para o delito do ECA a punição é de seis meses a dois anos de detenção. (Ana Paula Barreira / Estagiário da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO, supervisora de estágio Ana Cristina Arruda)

 

Casal vai para cadeia por deixar cão preso em camadas de pelos

08/02/2012

Fonte: Uol

Um casal britânico foi preso por negligência no cuidado de seu cão. David e Marjorie Massey admitiram as acusações de crueldade com Woody, o cachorro da família.

Woody foi tão mal cuidado que chegou a ficar preso em camadas de pelos, já que não era tosado. Por causa de sua situação, o cachorro não conseguia mais ver, comer e fazer suas necessidades fisiológicas.

A camada de pelos era tão espessa que chegou a ter cinco centímetros.

O casal se declarou culpado das acusações de abuso, negligência e de causar um sofrimento desnecessário a um animal.

Os Massey, que vivem em Bedfordshire, na Inglaterra, disseram que se sentiam envergonhados e, por isso, não levaram Woody a um veterinário.

Por causa disso, depois que a situação saiu do controle, o casal abandonou o cão na porta de um abrigo para animais.

Woody chegou a passar por uma cirurgia para a remoção da camada de pelos que o cobria. No entanto, devido ao péssimo estado de sua saúde, o cachorro precisou ser sacrificado.

 

Grécia é o primeiro país europeu a proibir animais em circos

08/02/2012

Fonte: ANDA

Na última sexta-feira, dia 03 de fevereiro, a Grécia tornou-se o primeiro país europeu a proibir o uso de qualquer animal em exibições circenses e performances artísticas similares. Esta decisão foi tomada graças a uma campanha promovida pela Organização ADI (Animal Defenders International) e pela ONG Greek Animal Welfare Fund (GAWF), e apoiada por mais de cinquenta grupos de proteção animal de toda a Grécia. A nova lei de proteção aos animais também abrange questões importantes que se estendem a animais abandonados, segundo informou o site White Wolf Pack.

Evgenia Mataragka, da GAWF, cuja sede fica em Atenas, declarou: “Nós estamos muito contentes pelo fato da Grécia ter dito não à crueldade em nome do entretenimento. Nós testemunhamos o sofrimento terrível de animais em viagens circenses aqui, e estes animais freqüentemente enfrentaram longas viagens marítimas vindos da Itália. Muitos municípios da Grécia já haviam proibido o uso de animais em circos, então acreditamos que a lei será bem aceita pelo povo grego”.

Há um ano atrás, a Bolívia deu o primeiro passo e proibiu todo e qualquer tipo de animal em circos. Também em fevereiro de 2011, a ADI realizou uma operação com o apoio das autoridades bolivianas e resgatou animais que ainda foram encontrados sendo explorados em circos que desafiavam a lei. Isto envolveu a realocação de vinte e nove leões para os EUA, bem como o resgate de primatas e cavalos. Em julho de 2011, o Peru proibiu a exploração de animais selvagens em circos seguindo uma campanha baseada em investigação secreta também pela ADI. Nas Américas do Sul e do Norte, a legislação tem sido avaliada pelos governos dos Estados Unidos, do Brasil, da Colômbia, do Chile e do Equador.

No front europeu, a Austria vem proibindo exibições com animais selvagens. Muitos outros países europeus incluindo Portugal, Dinamarca e Croácia, têm medidas para proibir ou eliminar gradualmente o uso de animais em circos. O Reino Unido estará passando por uma pressão considerável para implementar a proibição, devido a uma esmagadora votação popular ocorrida no ano passado, nesse sentido. Está se tornando cada vez mais claro que os dias de se manter animais viajando como carga e forçados a fazer truques em nome do entretenimento estão contados. Que a Grécia seja aplaudida por ter sido o primeiro país a conduzir o mundo por esta via.

Estado falha na proteção aos animais, diz Nina Rosa

08/02/2012

Fonte: Observatório Eco

Estado falha na proteção aos animais. “A maior parte do trabalho pelos animais de atribuição do Estado é realizada por organizações de defesa animal e por protetores independentes, sem nenhuma ajuda de custo”, de acordo com Nina Rosa Jacob, uma das mais importantes ativistas em defesa dos direitos dos animais no país, fundadora e presidente do instituto, que leva seu nome.

Dedicada a esta árdua tarefa em defesa dos direitos dos animais, Nina Rosa avalia como “inacreditável” o que os protetores conseguem fazer sozinhos, apenas com a ajuda de pessoas sensíveis à causa.

Para ela, seria justo o Estado ressarcir aos protetores todos os gastos que vêm tendo, há anos, para fazer esse trabalho de responsabilidade do governo. A ativista acrescenta que são os protetores que vão para a internet pedir justiça para os crimes – muitas vezes hediondos -  e sem punição contra os animais.

“Talvez a falha mais grave do Estado seja a falta do exemplo de valores positivos e da educação de seu povo”, na opinião de Nina Rosa. A questão dos direitos dos animais é um tema que precisa evoluir no Brasil. Ela advoga a necessidade de “punição mais severa” para os crimes contra os animais, a criação de “delegacias especializadas, promotorias especializadas em atendimento aos crimes contra os animais”. Porém, mesmo a punição, quando não associada à educação, não resolve, pondera a defensora.

O Instituto Nina Rosa surgiu em 2000 e acredita que a educação e o exemplo têm poder de transformar e incentivar a responsabilidade pela natureza, pelo reino animal e pela própria humanidade. Por isso realiza projetos e produz material educativo focados na Educação em Valores, para a formação de uma sociedade mais justa e pacífica.

Veja a entrevista que Nina Rosa Jacob concede ao Observatório Eco, com exclusividade.

Observatório Eco: A freqüência de prática de maus-tratos em animais no Estado de São Paulo, por exemplo, é constante. Na sua avaliação, os pais falham na educação dos filhos quando o tema é respeito aos animais?  Se a falha já começa na família, como a sociedade depois pode corrigir essa distorção de comportamento?

Nina Rosa Jacob: A maioria dos pais falha no exemplo de compaixão pelos animais, em geral porque também não tiveram esse exemplo. Acreditamos que nunca é tarde para se educar em valores positivos. Não podemos mudar o passado, mas podemos interromper um ciclo vicioso de violência ou de negligência com relação à vida.

As crianças de hoje, apoiadas em seus sentimentos de compaixão e solidariedade podem desenvolver esses sentimentos, se incentivadas, e irradiá-los no entorno.

Ao sermos exemplos positivos de respeito a nossos irmãos co-habitantes deste planeta, sejam eles animais humanos, não humanos, vegetais ou minerais, estaremos fortalecendo essa corrente que, apesar do caos aparente, tem a coragem de agir diferente, de fazer o bem.[...]

Para conferir na integra acesse o site do Observatório Eco

Eleições 2012 : Quatis -Interior RJ

07/02/2012
Volta Redonda/RJ – 07 de fevereiro de 2012

Muitos já devem ter ouvido falar no canil municipal de Quatis, cidade localizada no Vale do Paraíba, interior do Estado do Rio de Janeiro.

Após inúmeras denuncias por maus tratos junto ao Ministério Público, o canil foi interditado em meados de 2011.

Naquele município o trabalho desenvolvido pela prefeitura municipal em relação aos animais de rua sempre foi conhecido pela falta de ética e crueldade com que são tratados. A “carrocinha”, segundo relatos, passava todo final de tarde nas ruas da cidade, recolhendo todos os animais. Muitas vezes cadelas no cio eram usadas como isca para atrair um grande número de animais para o cadafalso.

Há também notícias de que alguns responsáveis por animais foram até impedidos de resgatá-los após apreensão.

A sequência de maus tratos começava desde o recolhimento dos animais, feita de forma brutal e abusiva, até o momento em que eram jogados num canil comunitário, onde precariamente conviviam fêmeas, machos, animais pequenos, grandes, dóceis e bravos. Não é difícil ao leitor imaginar o que acontecia no momento em que era disponibilizada uma escassa alimentação ou quando, por exemplo, uma cadela entrava no cio.

Um filme em que constam cenas deste antigo canil está disponibilizado para verificação. As cenas são fortes e aconselhamos que pessoas mais sensíveis não assistam.

Canil de Quatis [parte1]

Canil de Quatis [parte2]

No dia 25/01, após um período de interrupção nos “trabalhos”, a carrocinha de Quatis voltou a capturar animais de rua. Até semana passada, o canil, agora pintado e “maquiado”, mantinha cerca de 100 animais, machos e fêmeas, separados por uma frágil cerca e com pouca sombra para o abrigo de um sol escaldante.

Os animais errantes de Quatis estão mais uma vez expostos à crueldade daquela Prefeitura.

Contrariando nossa constituição, a Lei Federal 9.605, a Lei Estadual 4.808, estes animais estão confinados de forma totalmente inadequada. Esquecidos em local distante onde não possuem qualquer chance de serem procurados para adoção.

A Prefeitura, por sua vez, sequer, tem uma política pública de controle populacional para os animais errantes. Vale-se da mediocridade ao agressivamente atacar o problema, dando às costas para suas causas e sem concluir, portanto, que dentro dessa perspectiva, tal trabalho jamais chegará a um termo.

No dia 30/01/2012, Inserimos novas denuncias ao Inquérito 83/10, que tramita na Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Resende, que é responsável também pelo município de Quatis, e permanecemos aguardando notícias.

Caso tenha informações, fotos e filmes sobre o canil  e o recolhimento de animais em Quatis, pedimos que nos envie.

Caso presencie a atuação da carrocinha e o recolhimento de animais, pedimos, se possível, que fotografe, filme, anote o nome e dados de testemunhas que também presenciarem o fato. 

Se você, assim como nós, está indignado com o abuso e a repetição sistemática da crueldade que os animais de Quatis sofrem todos os dias, escreva para o prefeito Sr José Laerte d’Elias com cópia para o Vira-Lata e se manifeste!

E-mails:

secretaria.gabinete@quatis.rj.gov.br

contato@vira-lata.net

 

 

Sucesso absoluto na manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS.

23/01/2012

É com grande alegria que divulgamos um pouco do sucesso que foi a manifestação contra a Crueldade aos animais.

A manifestação é o início de um movimento para arrecadar 1 milhão  e meio de

 assinaturas para que a pena para crueldade aos animais seja aumentada. 

A pena hoje é de 3 meses a um ano de prisão para quem cometer ato de abuso e maustratos aos animais.

 

Fonte: O Grito do Bicho

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste domingo, 22/01: CRUELDADE NUNCA MAIS!

21/01/2012

No dia 22 de Janeiro, neste domingo, várias cidades do país participarão simultaneamente da manifestação “Crueldade Nunca Mais”.

Uma manifestação contra as crueldades aos animais. Veja aqui as cidades que se inscreveram no evento, e verifique o local e horário do início da manifestação. A reivindicação do evento é a penalidade correta e efetiva para quem comete crueldade e maus tratos aos animais.

 A lei atual é branda e não pune devidamente quem comete crimes contra animais. Esta manifestação é o início de uma série de ações para uma penalização correta contra a crueldade.

Em breve a petição oficial do movimento será disponibilizada. Esta petição tem o objetivo de arrecadar 1 milhão e meio de assinaturas.

Para assiná-la, cadastre seu e-mail no site www.crueldadenuncamais.com.br e aguarde contato.

 

SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL!

JUNTE-SE A ESTE MOVIMENTO E LUTE POR ELES!

 

Divulgado resultado da necropsia feita nos cães e gatos mortos por mulher em SP

19/01/2012
 

 

Fonte:   www.animasos.com.br

Hemotórax, este é o resultado das primeiras necropsias feitas nos cães e gatos que teriam sido mortos por Dalva Lima da Silva, no caso da Vila Mariana, deflagrado na última sexta-feira, dia 13 de janeir 

APOIO ÀS INVESTIGAÇÕES

Na sexta feira, acionado por associações e protetores independentes do Movimento de Defesa Animal, o Deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) contatou o prof. Dr. Paulo Maiorka, do Departamento de Patologia Animal da Universidade de São Paulo, solicitando o apoio da Instituição na viabilização das necropsias, que deveriam ser custeadas pelas ONGs denunciantes, entre elas, a Adote um Gatinho, em laboratório particular.

O pedido foi prontamente atendido. Metade de todas as necropsias e todos os exames toxicológicos estão sendo realizados na USP, sem custo para as entidades de defesa animal.

CRUELDADE E FRIEZA

Xilazin, dopalen e cloreto de potássio, substâncias apreendidas na residência eram utilizadas para matar os animais. Injetadas no coração, provocaram seu rompimento, seguido de hemorragia (hemotórax) o que explica a palidez dos 33 cães e gatos encontrados mortos, envoltos em jornal e dentro de sacos de lixo, nas calçadas da rua da suspeita, que não negou eutanasiar os que sucumbiam a tratamento, que alegava dar a animais de rua que lhe eram entregues. Não havia conteúdo estomacal, o que indica a falta de ingestão alimentar por período prolongado.

Ao que tudo indica, não se trata de ritual religioso ou de prática apta a abastecer banco de sangue clandestino, mas sim ato compulsivo de matar. Na residência havia muitas caixas de transporte, o que indica o grande volume de animais que passavam por lá.

O detetive particular contratado, e ouvido pela polícia, confirmou número excessivo de animais que chegavam à residência e não saíam vivos, mas sim em sacos de lixo, mortos.

O inquérito policial está a cargo da Divisão de Investigação sobre Infrações contra o Meio Ambiente, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPC, que tem recebido inúmeros protetores que teriam entregue animais a Dalva, acreditando que ela os encaminharia a abrigos. Muitos, inclusive, pagavam pelo serviço.

Este fato reforça a necessidade de acolhimento de duas grandes ações empreendidas pelo Deputado Tripoli: a aprovação do PL 2833/2011, que prevê penas severas para crimes contra animais e a solicitação de criação de um serviço de perícia para crimes contra animais, através do Instituto de Criminalística, em tratativa junto à Secretaria Estadual de Segurança Pública.